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sexta-feira, 4 de abril de 2014

TDAH


Link da entrevista que dei a Rede CBN

Que esse assunto seja ainda mais divulgado!




http://download.sgr.globo.com/sgr-mp3/cbn/2014/noticias/deficitatencao_140329.mp3

quinta-feira, 27 de março de 2014

Brincar,vida boa!

"Velocípede, carrinho, patinete
Muita diversão promete
A pintura colorida e reluzente
Ou um ursinho assim bem contente
Ou então, uma casa de bonecas pra brincar
E um avião para voar
Coisas grandes, pequeninas
Pra meninos e meninas
Mas tudo serve quando é hora de brincar" 
            Música do Chaves

Ah!Quanta vontade de subir em velocípede e sair por aí com um lenço no pescoço, óculos escuro,e um ursinho amarelo com fita colorida no bracinho...

Quem é que em algum momento da vida não tenha tido vontade de sair por aí assim,livre,solto sentido apenas o vento no corpo.

Como pai ou mãe,nossa grande tarefa é criar um mundo de encantamento,esse mesmo encantamento que a gente nem percebe que vai perdendo com tempo.
E por que não podemos pegar carona nesse mundo "imaginativo"?

Medo...
Medo?

Vamos deixar o medo levar embora apenas as lembranças doloridas da vida,não,não o medo não levará para longe o desejo de ser uma eterna criança que brinca livre no vento.

A brincadeira criativa,em seus múltiplos contextos e manifestações, é uma processo revelador .
Quanto mais brincamos,mais percebemos que é mais fácil amar e ser amado.
Então agora que sabemos que brincar e amor passeiam pelas estradas de mãos dadas ,podemos abrir os olhos e sorrir,assim bem de mansinho,bem de ladinho,assim bem singelo.


E vivo assim, pensando ser criança é brincando de mundo.


Monica Pesanha
"OI,OI,OI...OLHA AQUELA BOLA
A BOLA PULA BEM NO PÉ,NO PÉ DO MENINO
QUEM É ESSE MENINO?
ESSE MENINO É..."

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A criança do Espelho - DOLTO




Dolto, Françoise,  A criança do espelho  Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
Um diálogo entre Dolto e Nasio

A referência às crianças cegas é particularmente interessante
porque levanta o problema da constituição da imagem
inconsciente do corpo a despeito da ausência da prova
do espelho.
Dolto: Pode parecer curioso, mas eu não hesitaria em afirmar que a imagem do corpo nos cegos permanece inconsciente por muito mais tempo que naqueles que vêem. Os terapeutas que tratam distúrbios de caráter em crianças vítimas de cegueira congênita ouvem com freqüência o relato de histórias edipianas pontuadas por expressões referidas à visão. Os cegos sempre dizem: “Estou vendo.” E me aconteceu de lhes perguntar: “Como pode ver se, justamente, você é cego?”. E
eles me responderem: “Digo estou vendo porque ouço todo mundo à minha volta falar dessa maneira.” E eu lhes replicar:“Todo mundo diz: ‘Estou vendo’, mas para signifi car que está compreendendo.” Essas crianças cegas são dotadas de uma sensibilidade notável. Quando, por exemplo, elas modelam uma escultura, as mãos da bonequinha representada ocupam um lugar preponderante. Ocorre-lhes traçar desenhos não sobre o papel, mas gravados na massa de modelar achatada.E elas obtêm assim, com a mesma mestria que as crianças que vêem, verdadeiras imagens do corpo projetadas em seus grafi smos. Ora, em suas esculturas o tamanho das mãos é muito maior que nas modelagens das crianças que vêem,e a razão disso é muito clara: é com as mãos que as cegas vêem, é nas mãos que elas têm olhos. Vocês compreendem por que os desenhos são mais gravuras que traçados gráficos.É muito interessante analisar uma pessoa privada de um parâmetro sensorial, pois, enquanto sujeito de linguagem, ela teve de reorganizar a simbolização dos outros parâmetros.Nesse caso, o psicanalista se dá conta de que polariza sua escuta sobre o parâmetro sensorial ausente, ao passo que esse a criança do espelho mesmo parâmetro passa desapercebido nas circunstâncias corriqueiras da análise.
Nasio: Minha vontade era traduzir sua observação dizendo: se o cego tem os olhos na ponta dos dedos, o psicanalista desse cego deveria ter os olhos no vazio de sua escuta. Mas voltemos,se não se importa, à experiência do espelho e retomemos as considerações a propósito da castração. Por que dizer que essa experiência é uma castração?
Dolto: Porque é decididamente uma prova. Penso em uma criança que de repente vê surgir sua imagem refl etida em um espelho em que ela não reparara até então — as crianças são sempre extremamente sensíveis ao impacto súbito de alguma coisa. Nesse momento, ela se aproxima alegremente do espelho e exclama toda contente: “Um bebê!” Depois brinca,e acaba batendo a testa e não entendendo nada. Se a criança estiver sozinha no recinto, sem a companhia de alguém para lhe explicar que se trata apenas de uma imagem, ela fi ca afl ita. É então que se dá a prova. Para que essa prova tenha um efeito simboligênico, é indispensável que o adulto presente nomeie o que está acontecendo. É verdade que muitas mães,nesse momento, cometem o erro de dizer à criança, apontando o espelho: “Está vendo, isso é você”, quando seria muito simples e correto dizer: “Está vendo, isso é a sua imagem no espelho, assim como a que você vê ao lado é a minha imagem no espelho.” Sem essa palavra essencial à simbolização, a criança certamente efetuará uma experiência escópica — constatando,por exemplo, que sua imagem desaparece quando ela
não está mais na frente do espelho, e que reaparece quando ela volta para lá —, mas a experiência não deixará de ser,na ausência de resposta e de comunicação, uma experiência escópica dolorosa. É muito penoso para a criança se os a criança do espelho outros não estiverem no mesmo recinto que ela, na frente
do espelho. O outro deve estar ali não apenas para falar com ela, mas para que a criança observe no espelho a imagem do adulto diferente da sua e descubra assim que é uma criança.Pois uma criança não sabe que é uma criança e que tem o tamanho e aparência de uma criança. Para saber, ela precisa olhar no espelho e constatar a diferença entre sua imagem e a do adulto. Quando, ao contrário, a mesma criança está com uma criança menor, ela sofre por perceber que sua identidade de criança não é mais estável. As crianças não gostam de estar em espelho com uma criança menor nem em comunhão de identidade. Esta, aliás, é uma das razões pelas quais a criança que começa a crescer derruba as menores. Acontece,
por exemplo, de ela não se contentar mais em arrancar o brinquedo de uma menor, precisa também empurrá-la e fazê-la cair. Convém lhe explicar que, se ela derrubou seu colega de brincadeiras, foi para se certifi car de que não se tornou idêntica a ele; de outra forma, perderia sua identidade.Após a explicação do adulto, a criança está deslumbrada e não precisa mais empurrar outras crianças. Você vê o quanto essas trocas entre as crianças são determinadas pelo espelho,que contamina toda a realidade.
Nasio: Você qualifi ca a experiência do espelho como ferida,como furo simbólico, e assim a defi ne: “Essa ferida irremediável da experiência do espelho pode ser chamada de furo simbólico, de onde decorre, para nós todos, a inadaptação da imagem do corpo e do esquema corporal” (p.151). Ora,essa ferida determinada pela imagem escópica suscitaria na criança uma espécie de alerta permanente a fi m de se certifi
car de que a imagem está bem ajustada ao olhar do seu ser na relação com os outros; e, em suma, a fi m de defender sua identidade .

A criança do espelho (caso)
Dolto: Exatamente. A melhor ilustração é

o caso da mesma garotinha de que falávamos,

que perdera sua “boca de mão” e

não conseguia deglutir bem. Essa criança

saudável e maravilhosa tornara-se esquizofrênica

aos dois anos e meio. Não tive

oportunidade de vê-la por muito tempo,

pois ela era fi lha de uma família americana

de passagem por Paris por apenas dois

meses. Enquanto seus pais visitavam a cidade,

a criança fi cava no quarto do hotel

protegida por uma pessoa desconhecida

que falava inglês, mas não o inglês americano.

De modo que a menininha não

tinha como interagir. Ora, as paredes do

recinto estavam cobertas de espelhos e

a maioria dos móveis era espelhada. No

espaço desse quarto dos espelhos e sem

companhia vigilante, ela se perdeu e despedaçou

em fragmentos de corpos visíveis

por toda parte. Além disso, a presença de

um bebezinho que exigia os cuidados da

babá o tempo todo deixava a criança ainda

mais desamparada. De volta aos Estados

Unidos, ela foi acompanhada em tratamento.

Mais tarde, recebi uma carta da

mãe dela com fotos soberbas da mesma

criança tiradas dois meses antes da crise

que a levou à consulta. Era terrível ver

como a experiência do espelho dissociara

e encarquilhara seu ser. E pensar que no

início os pais estavam contentes, acredi-

tando que aqueles múltiplos pedaços de

espelho a divertiriam... não perceberam

que sua fi lha naufragava na loucura.

Sobre o brincar

Sobre o brincar

lhttp://gnt.globo.com/maes-e-filhos/noticias/Bebes-com-seis-meses-de-idade-ja-podem-entender-o-que-os-adultos-falam.shtml

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Nossa querida infância

Já dançamos quadrilha,já nos emocionamos com os dias mães, vestimos a fantasia de carnaval, respiramos aliviados porque chegaram as férias de julho,preparamos coração e quase nem dormimos a noite porque já era o dia que antecedia a volta às aulas em agosto e iríamos rever nossos amigos.




Referendamos a prática e tantas outras datas marcaram esses meses,fomos inundados de informações aterrorizantes como ataques a banco,postos policiais e toque de recolher onde o mais importante era mesmo voltar sedo casa.
De  repente,já passamos do dia da celebração das crianças,do professor e pronto,estamos diante do natal!...por hora:espera ai Ano novo! Vamos com menos pressa!F ica aqui um convite para agradecermos por tudo o que foi valorizado,conquistado e produzido por nossas crianças em nossos trabalhos sério e afetivo com nossos alunos ou pacientes,mas acima de tudo precisamos refletir sobre um tema que há muito me preocupa: Nossa querida infância ,onde está?
Há tempo venho refletindo sobre isso. Quando uma paciente com dificuldades de aprendizagem,aspectos de fobia escolar,diz de forma manifesta que sente vontade de sentar na calçada nos dias de calor na cidade grande,assim como faz ou fazia há anos nas férias de verão no litoral. Isto nos reporta a uma passagem pelo tempo e nós,de mais de 30 anos,podemos relembrar o quantos andamos de bicicleta na rua sem saída ou em ruas que levantamos à rede para os carros passarem,nos escondíamos para a turma adversária procurar,brincamos de beijo-abraço-aperto de mão quando nossos pais não nos viajavam e e isso tudo na calçada da rua,às vezes até de certa forma tarde da noite em que nossos pais eram incansáveis em gritar que já era hora de entrar,e nós perseverantes em reclamar por mais minutinhos.
Partindo do desejo da paciente,podemos refletir em dias tão perto do natal e das férias de verão,onde brinca a infância depois que volta ou antes de ir para a escola ou quando ficam em férias?Brinca nos condomínios fechados e monitorados,aquelas crianças que moram em um é claro brincam e 'exercitam" seu corpo e sua mente,diante dos jogos eletrônicos ou de internetes e redes sociais,brincam de se comunicar,de se tocar,de gargalhar,de chorar,de se conhecer,de amar e desistir pelo MSN,mas será o bastante?
Compreendo que tempos mudaram,que temos muito mais opções tecnológicas,por exemplo,o celular passou a economizar o tempo que precisávamos para descer do carro e retornar a chamada do bip,mas também gerou mais tempo para trabalharmos,planejarmos e assim temos menos tempo para coisas tão importantes como neste caso brincar ou simplesmente refletir como está o brincar desta atual infância.
Que possamos juntos renovar nossas esperanças,unir nossas experiências passadas com os avanços da globalização do presente e construir uma infância cada vez melhor no futuro que priorize o brincar no sentido lúdico e de trocar psicoafetiva de nossos filhos ,netos,sobrinhos,pacientes e alunos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Comportamento Agressivo,como ensinar crianças o bom relacionamento!

O comportamento agressivo faz parte do desenvolvimento normal de uma criança pequena. Pontapés, tapas e socos acabam sendo uma alternativa quando ela ainda não consegue se comunicar bem e tem uma imensa vontade de se tornar independente -- e pouco controle sobre os impulsos.

Mas não é porque socos e mordidas são comuns que devam ser ignorados ou aceitos. Mostre a seu filho que agredir os outros não é algo admissível e ensine outros jeitos de ele expressar sua irritação. Veja algumas dicas para deixar a criança menos agressiva:

Use a lógica nas suas atitudes

Se seu filho estiver brincando na piscina de bolinhas e começar a atirar as bolinhas nas outras crianças, tire-o de lá. Sente-se com ele, mostre as outras crianças se divertindo e explique que ele poderá voltar lá quando se sentir pronto para brincar sem machucá-las.

Evite "raciocinar" com seu filho usando perguntas como: "Como você se sentiria se outra criança jogasse uma bola em você?". Crianças pequenas não conseguem se imaginar no lugar de outra ou mudar de comportamento baseado nesse tipo de conversa. Mas elas entendem direitinho quando uma atitude gera consequências negativas.

Mantenha a calma

Gritar, bater ou dizer ao seu filho que ele é "feio" não o fará mudar de atitude -- você só o deixará mais irritado. Além disso, para que ele possa aprender a controlar sua raiva, o primeiro passo é ver os adultos que usa como modelo fazendo isso, e nesse caso o exemplo é você.

Imponha limites claros

Não espere seu filho bater no irmãozinho pela terceira vez para só então dizer: "Agora chega!". Ele deve saber que fez algo errado já na primeira vez. Tire-o da situação em que está por um ou dois minutos -- é o melhor jeito de fazê-lo se acalmar.

Depois de um tempo, ele vai acabar relacionando o mau comportamento com a consequência ruim, e aí vai entender que, se morder ou bater, acaba perdendo a farra e o melhor da festa.

Discipline-o o tempo todo do mesmo jeito

Tanto quanto possível, aplique o mesmo tipo de bronca quando ele repetir o mesmo comportamento errado. Se ele mordeu o irmão e essa não tiver sido a primeira vez, diga: "Você mordeu o João de novo -- isso quer dizer que vai ficar de castigo outra vez".

Seu filho vai perceber esse padrão e, em algum momento, se tudo der certo, vai compreender que sempre que se comporta mal recebe um castigo ou uma bronca.

Mesmo em público, não deixe a vergonha ou o constrangimento impedirem você de reprovar o mau comportamento. Outros pais já passaram por isso -- e, se as pessoas ficarem olhando, não dê muita atenção. Diga algo como: "Esta fase dos 2 anos é fogo!", e então aplique a disciplina como sempre faz em casa.

Ajude seu filho a se expressar de outra maneira

Espere até seu filho se acalmar e converse -- com tranquilidade -- sobre o que aconteceu. Peça para ele explicar o que o fez ficar tão bravo. Diga que é natural sentir-se bravo, mas que não é legal demonstrar isso chutando, batendo ou mordendo. Encoraje-o a achar um jeito melhor de reagir -- como pedir ajuda a um adulto ou falando o que está sentindo ("Pedro, você está me deixando bravo!").

Às vezes, a impulsividade da infância fala mais alto, mas faça seu filho entender que ele precisa pedir desculpas depois de agredir alguém. Ele pode fazer isso sem muita sinceridade no começo, mas a lição vai ficar, e ele acabará criando o hábito de pedir desculpas quando machucar alguém.

Elogie o bom comportamento

Em vez de falar com seu filho só quando ele se comporta mal, dê atenção também quando ele agir corretamente. Por exemplo, se ele pedir para o amigo para brincar no balanço, em vez de empurrá-lo, diga: "Que legal que você pediu!".

Os elogios ao bom comportamento ajudam a criança a distinguir o que é aceitável ou não, e a estimula a correr atrás de mais elogios e atenção por esse "bom caminho".

Limite o tempo de TV

Desenhos e outros programas para crianças podem vir recheados de gritos, ameaças, empurrões, chutes, cenas cínicas e até atos de sadismo. Tente ficar de olho no que seu filho está assistindo, particularmente se ele tem tendência a ser agressivo. Veja TV com ele e converse sobre o que está se passando, dizendo, por exemplo: "Não foi um jeito legal de ele conseguir o que ele queria, não é mesmo?".

Atividades Recreativas

Você pode descobrir que seu filho vira um terror se não tiver como queimar energia. Se ele é bastante ativo, dê-lhe bastante tempo livre, de preferência ao ar livre. Não precisa ser nada muito estruturado: dê espaço a ele que certamente ele vai correr!

Com a ajuda de uma brinquedo como a bola, tudo se resolve. A atividade física deve deixar a criança mais calma.Pense sempre no que você pode fazer para ajudá-lo a resolver suas dificuldades. 

Procure Ajuda 

Às vezes a agressividade de uma criança pede mais intervenção do que um pai consegue dar. Se seu filho passa mais tempo sendo agressivo do que calmo, se ele parece assustar ou aborrecer outras crianças, ou se você não consegue melhorar o comportamento dele, por mais que faça, converse com o pediatra, que pode recomendar um psicólogo ou especialista. Juntos, vocês podem ajudar a criança.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Brincar representa...nesta época a imaginação!

As crianças brincam de faz de conta e inventam. Ora são fadas, ora são bruxas. Podem ser professoras, médicas, mães ou pais, com mudanças de papéis em questão de minutos. A brincadeira para elas não tem um valor de passatempo, mas de criar recursos para enfrentar o mundo com os seus desafios. O fazer de conta, em geral, cria situações que as auxiliam no desenvolvimento da criatividade e da autonomia.

Durante as brincadeiras em grupo, as crianças têm a possibilidade de enfrentar os desafios propostos em prol do equilíbrio nas relações sociais. Trata-se de uma aprendizagem para a vida adulta, já que é uma maneira de elas aprenderem a lidar com as suas frustrações.

O brincar também auxilia as crianças na hora de lidar com os seus conflitos ou com situações de sofrimento. Dependendo da faixa etária, pode se tornar difícil falar de uma determinada vivência dolorosa. Mas, ao brincar, elas demonstram os seus sentimentos, além de se sentirem acolhidas. Um exemplo é o período de internação infantil, em que brincar de médico se torna um recurso importante. A criança passa do papel de paciente passiva para ativa ao cuidar de um boneco dodói .

A partir dessa situação, os adultos próximos conseguem entender qual é a compreensão dela sobre a situação vivida, o que auxilia no oferecimento do suporte necessário de tratamento.

Brincar é uma importante forma de comunicação e, por meio dela, a criança pode reproduzir o seu cotidiano. Mas vale lembrar que cada faixa etária tem uma necessidade e um interesse diferentes durante a brincadeira. Crianças muito pequenas têm maior dificuldade em dividir os seus brinquedos, enquanto as maiores gostam de jogos em grupo.

O brinquedo não precisa ser caro, mas seguro e criativo. Assim, as sucatas coloridas podem ser um importante recurso para a confecção de objetos, como jogos de boliche, da velha e de encaixe, além de bonecos e fantoches, entre tantos outros. Para isso, basta apenas saber brincar.